VACINAS

Anti-Rh

É um anticorpo produzido a partir de sangue humano com a função de neutralizar o fator Rh, indicado para prevenir a eritroblastose fetal, ou seja, a doença hemolítica do recém-nascido. Normalmente a dose é aplicada em mulheres do grupo sanguíneo Rh negativo grávidas de crianças do Rh positivo. Também pode ser administrada em casos de incompatibilidade sanguínea em transfusões. Normalmente, a aplicação pode ocasionar uma dor e uma sensibilidade locais.

A vacina a partir desse anticorpo não pode ser aplicada em casos de hipersensibilidade (anafilaxia) a imunoglobulinas humanas (anticorpos) ou outro componente. Nos casos de grande redução do número de plaquetas (trombocitopenia) ou quaisquer transtornos de coagulação também é contraindicada. Recém-nascidos ou pessoas Rh positivo também não podem receber a vacina.

BCG

A BCG protege crianças contra tuberculose, principalmente as mais graves, como miliar e meningite tuberculosa. Por isso, a dose deve ser aplicada logo ao bebê nascer até 30 dias de vida, necessariamente no braço direito. É o que caracteriza aquela marquinha, que fica visível para o resto da vida. O nódulo avermelhado aparece de duas semanas a três meses depois da aplicação e indica que houve resposta imunológica e, em consequência, a defesa do organismo. Entretanto, quem não tomou logo que nasceu pode ser imunizado até os 5 anos de idade. Ou então quem convive com portadores de hanseníase e estrangeiros não vacinados também devem tomar a dose.

Uma das possíveis reações à vacina é o aparecimento de gânglios e abscessos na pele e axilas, que ocorre em 10% dos vacinado. Se houver qualquer reação adversa, é preciso comunicar o médico e onde a pessoa foi vacinada. Não se deve aplicar a BCG em pessoas imunodeprimidas ou em recém-nascidos cujas mães, durante a gravidez, utilizaram medicamentos que causam imunodepressão na criança. Aos bebês, a dose deve ser aplicada quando estiverem com no mínimo 2 kg. Isso significa que alguns bebês prematuros devem esperar atingir esse peso.

Dengue

A vacina, aprovada no Brasil em 2015, imuniza contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4, devendo ser aplicada em três doses com intervalos de seis meses entre as aplicações. Se assim for feito, a proteção é duradoura. Não protege, entretanto, contra outras doenças causadas pelo Aedes aegypti, como zika e chikungunya. Normalmente quem recebe a vacina sente alguns efeitos colaterais, tais quais dor, calor e inchaço no local da injeção. Algumas pessoas podem ter febre e dor de cabeça.

Quem nunca teve dengue deve evitar tomar a vacina, ou seja, pessoas soronegativas. Isso porque a vacina, segundo estudos, provoca aumento do risco de dengue severa e de hospitalização em quem nunca apresentou a doença. Também não podem tomar a vacina gestantes; mulheres que amamentam; pessoas com baixa imunidade congênita ou adquirida; pessoas em tratamento com corticoides em doses elevadas ou prolongadas; quem está em tratamento com radioterapia ou quimioterapia; pacientes que apresentam estado febril e que portam HIV/AIDS.

DTPa

A vacina contra difteria, tétano e coqueluche deixa o bebê protegido e deve ser aplicada em quatro doses. Mas, também é recomendada aplicação em gestantes no terceiro trimestre de gravidez. No Brasil, ela faz parte do calendário de vacinação de grávidas desde 2014. Além disso, pessoas que possam ter contato com o recém-nascido, como pais, avós, tios e primos, podem tomar a vacina pelo menos 15 dias antes de a criança nascer. Nesse caso, profissionais que trabalham em clínicas e hospitais também devem ser imunizados.

Um dos efeitos colaterais é a dor e o vermelhidão que a vacina pode provocar entre 24 e 48 horas após. Ou então febre, irritabilidade e até sonolência. Não deve tomar quem já apresentou reação anafilática a doses anteriores. A aplicação também é contraindicada quando surgem sintomas de reação imunoalérgicas (coceira, manchas vermelhas e formação de nódulos na pele) e em caso de doença do sistema nervoso central, febre alta, encefalopatia progressiva ou epilepsia não controlada. Quando a pessoa melhorar, pode buscar a imunização.

Febre Amarela

A vacina contra febre amarela desenvolve níveis protetores de anticorpos que duram a vida toda. A imunização ocorre em torno de dez dias após a aplicação e pode provocar reações leves como dor no local, mal estar e febre. Recomenda-se a aplicação da vacina onde há evidente circulação do vírus (caso humano, epizootia em primatas não humanos ou vetores infectados), onde há risco elevado de transmissão, em áreas endêmicas (onde a vacinação é rotina) ou para viajantes que vão se deslocar para estas localidades.

As contraindicações a essa vacina são para crianças com menos de 6 meses e mulheres amamentando esses bebês (a mulher deve realizar a ordenha caso a vacinação não possa ser adiada), pessoas infectadas pelo HIV, quem tem imunodepressão grave por doença ou uso de medicamentos, pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina. Pacientes que se submeteram a algum transplante de órgãos ou com câncer também não podem ser imunizados, assim como quem tem histórico de reações anafiláticas de componentes da vacina e de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica). Gestantes e pessoas acima de 60 anos também devem evitar, a menos que haja alto risco de infecção ou de surtos.

Febre Tifóide

A vacina contra a febre tifóide previne contra a doença bacteriana causada pela Salmonella enterica sorotipo Typhi, presente em condições precárias de saneamento, higiene pessoal e ambiental.

A vacina é indicada para crianças a partir de 2 anos de idade, além de adolescentes e adultos que viajam para áreas de alta incidência da doença. Profissionais que manipulam águas contaminadas e dejetos também devem ser imunizados. Entretanto, é contraindicada para quem tem hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da vacina. As reações mais comuns à aplicação são dor, vermelhidão e inchaço. Outras possíveis reações, menos comuns são: febre, dor de cabeça, mal-estar, náuseas e coceira.

Hepatite A

A doença tem grande incidência onde há condições sanitárias precárias e é um problema de saúde pública no Brasil. As crianças menores de 13 anos fazem parte do grupo etário com maior incidência da doença, mas também adolescentes, adultos e idosos estão sujeitos ao vírus, principalmente por ingestão de água ou alimentos contaminados.

Por isso, a prevenção ainda é o melhor caminho, já que não existem medicamentos antivirais específicos contra a hepatite A. Prevenir significa melhorar as condições de higiene, mas também aplicar a vacina. É recomendada a partir de 12 meses de idade. Em poucos casos ocorrem vermelhidão ou dor local. Não há contraindicação, a não ser que a pessoa apresente reação alérgica a algum componente da vacina. Nesse caso, não se recomenda aplicar a dose seguinte.

Hepatite B

A vacina previne contra infecções do fígado causadas pelo vírus da hepatite B. É indicada para pessoas de todas as faixas etárias, incluindo grávidas. A aplicação deve ser evitada em pacientes que apresentaram anafilaxia a algum componente incluído na composição da dose ou então que tenham desenvolvido manchas roxas ou avermelhadas na pele e a diminuição da contagem de plaquetas após terem tomado uma dose.

Dores, endurecimento, inchaço ou vermelhidão podem ocorrer no local aplicado. Mas, de forma menos comum, podem ocorrer também febre, cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrointestinal.

Hepatite A+B

Combinada, a vacina contra hepatite A e B previne contra as doenças de fígado causadas pelos respectivos vírus. É indicada para crianças a partir de 1 ano de idade, adolescentes e adultos. Pessoas que apresentaram algum tipo de anafilaxia por qualquer componente em doses anteriores não devem voltar a tomar. Também é contraindicada para quem desenvolve manchas roxas ou avermelhadas na pele e a diminuição da contagem de plaquetas. As mesmas reações que existem para a aplicação isolada das vacinas contra hepatite A e B também podem ocorrer neste caso.

Herpes Zóster

Popularmente conhecido como cobreiro, o herpes zóster é causado pelo mesmo vírus da catapora, que fica adormecido no organismo de quem já desenvolveu a doença na infância. Causa dores, erupções de pele e bolhas. Por isso, como o objetivo é proteger contra o herpes zóster, a vacina é composta por uma quantidade maior de antígenos varicela zoster atenuado (enfraquecido), na comparação com a imunização contra a catapora. Mesmo quem já tomou essa vacina ainda pode sofrer com a doença. Ainda assim ela é importante para prevenir a neuralgia prolongada (dor relacionada aos nervos), um dos sintomas do herpes zóster.

É indicada a adultos a partir de 50 anos, porque o risco está nesta faixa etária. A contraindicação é em casos de alergia a alguns dos componentes da vacina, se o sistema imunológico estiver comprometido ou se o paciente estiver usando algum tipo de corticoide. Também não deve tomar a pessoa que tiver tuberculose ativa não tratada. Entre as reações mais comuns estão dor, vermelhidão, coceira, calor e dor de cabeça.

HIB

As crianças de até 5 anos estão sujeitas ao Haemophilus influenzae tipo B (Hib), o que causa infecções geralmente no nariz e na garganta e se espalham pelo corpo. A bactéria causa diferentes doenças, entre elas pneumonia, inflamação na epiglote, otites, infecções na corrente sanguínea, pericardite, inflamação nas articulações e até meningite bacteriana, podendo deixar sequelas em alguns casos.

Por isso a importância de se imunizar contra essa doença. A vacinação pode ser aplicada em crianças a partir dos 2 meses de vida, com diversas doses e proteção para a vida toda. Claro que algumas reações à aplicação podem ocorrer, como dor, inchaço e vermelhidão entre as mais comuns.

HPV Bivalente

A vacina contra o HPV (papiloma vírus humano) previne também contra câncer de colo de útero. Afinal, existem mais de 150 tipos de HPV, dos quais 40 podem infectar a região genital provocando ainda outros tipos de cânceres, como vulva, vagina, pênis, ânus e orofaringe. Depois de tomar a vacina, o paciente desenvolve anticorpos para combater o vírus e, caso seja infectado, não desenvolve a doença. A bivalente é indicada para mulheres a partir dos 9 anos de idade, protege contra os vírus 16 e 18, os maiores causadores de câncer de colo do útero.

HPV Quadrivalente

A vacina contra o HPV (papiloma vírus humano) previne também contra câncer de colo de útero. Afinal, existem mais de 150 tipos de HPV, dos quais 40 podem infectar a região genital provocando ainda outros tipos de cânceres, como vulva, vagina, pênis, ânus e orofaringe. Depois de tomar a vacina, o paciente desenvolve anticorpos para combater o vírus e, caso seja infectado, não desenvolve a doença.

A indicação da quadrivalente é para mulheres entre 9 e 45 anos de idade e homens entre 9 e 26 anos, protegendo os pacientes contra os vírus 6, 11, 16 e 18 e prevenindo verrugas genitais, câncer de colo de útero, câncer de vagina, câncer de vulva e câncer de ânus nas mulheres e verrugas genitais, câncer de pênis ou de ânus nos homens.

Hexavalente

Apenas uma picadinha no bebê permite a prevenção de até seis doenças: difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo B, poliomielite e hepatite B. A indicação de aplicação é já a partir dos 2 meses de idade até os 7 anos. A contraindicação é justamente crianças maiores de 7 anos ou que apresentem encefalopatia nos sete dias após a aplicação anterior. As crianças que recebem a dose podem apresentar vermelhidão, dor ou inchaço no local da aplicação ou então febre.

Influenza

A vacina contra o vírus da gripe é composta por cepas do vírus influenza, cada ano definidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que monitora a ocorrência da doença. Cultivadas em ovos embrionários de galinha e, portanto, com proteínas do ovo, as cepas formam as vacinas, que podem ser de dois tipos: trivalente (duas cepas de vírus A e uma de vírus B) ou quadrivalente (duas cepas de cada, A e B).

Todas as pessoas a partir de 6 meses de vida podem tomar a vacina, com novas doses a cada ano. Entretanto, a rede pública disponibiliza apenas para determinados grupos prioritários. A imunização não provoca a gripe. Mas, podem ocorrer alguns efeitos como dor, edema, eritema, enduração, febre, mal-estar e mialgia. A contra indicação à aplicação da vacina é nos casos em que há reações alérgicas, alergia a ovo de galinha ou em pacientes com doenças crônicas não controladas.

Meningite Quadrivalente ACWY

Considerada um problema de saúde pública mundial, a doença meningocócica é altamente contagiosa e causa consequências graves incapacitantes, como surdez, epilepsia e até a morte. A vacina previne contra meningites e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y. Há grande risco de se contrair a doença nos primeiros quatro anos de vida com um segundo pico na adolescência, por isso a recomendação é que se faça a imunização nessas faixas etárias.

Mas, também é preciso vacinar quem viaja para áreas que tenham níveis endêmicos, que podem estar expostos à doença. No caso, adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. A contra indicação é para quem teve anafilaxia por algum componente da vacina anteriormente. As reações são inchaço, endurecimento, dor, vermelhidão, perda de apetite, irritabilidade, sonolência, dor de cabeça, febre, calafrios, cansaço e dor muscular. As reações desaparecem rapidamente em até 72 horas.

Meningite B

Imunização cujo objetivo é proteger contra a meningite causada pelo meningococo do tipo B, indicada para crianças, adolescentes e adultos. Não é uma vacina disponível no plano de imunização da rede pública, embora importante, porque foi criada recentemente e os casos da doença estão controlados no Brasil. No caso da aplicação podem ocorrer efeitos colaterais como dor local, vermelhidão e febre alta.

Meningite C

Esta vacina previne contra meningites causadas pelo meningococo do sorogrupo C, em adultos, adolescentes ou crianças. A vacina tem alta eficácia e proteção de cinco anos. Pode causar pequenas reações, como febre baixa e dor local.

Pentavalente

Combinada, a vacina pentavalente previne até cinco doenças como difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo B. As contraindicações variam: crianças com hipersensibilidade a algum componente da vacina, com quadro neurológico em atividade ou que tenham apresentado alguns sintomas após aplicação de dose anterior, como febre elevada, convulsões, colapso circulatório, episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH), encefalopatia ou púrpura trombocitopênica (manchas roxas ou avermelhadas na pele e a diminuição da contagem de plaquetas, que caracterizam a doença). As reações podem variar entre dor local e febre.

Pneumo 23

A pneumo 23 contém 23 sorotipos do pneumococo e previne contra doenças pneumocócicas. É indicada a crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves, problemas de imunidade ou quem não tenha o baço). A contraindicação é para crianças, adolescentes e adultos que apresentaram anafilaxia causada por algum componente de dose anterior. Entre as reações mais comum estão dor no local, inchaço, vermelhidão e dor de cabeça.

Prevenar 13

Conhecida como Prevenar 13, a vacina pneumocócica conjugada protege contra 13 diferentes tipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por doenças como pneumonia, meningite e otite média, entre outras. A recomendação é aplicar já a partir dos 2 meses de idade. Como a maior parte das vacinas, a Prevenar 13 pode causar febre, irritação, dor e vermelhidão no local. E não deve ser aplicada em quem tenha hipersensibilidade a algum dos seus componentes ou que esteja com febre.

Rotavírus

Uma das principais causas de gastroenterites e mortes em crianças menores de 5 anos é o rotavírus, causador de diarreias graves, normalmente acompanhadas de febre e vômitos. Afinal, é certo que boa parte das crianças terá alguma infecção pelo rotavírus. Por isso, a vacina é uma eficaz proteção contra as gastroenterites, uma forma de atenuar os efeitos e amenizar os sintomas causados pelo rotavírus.

Existem dois tipos: a monovalente (protege contra um sorotipo) e a pentavalente (protege contra cinco tipos diferentes de rotavírus). É difícil que as crianças apresentem algum efeito colateral, mas podem ocorrer irritabilidade, perda de apetite, febre baixa, diarreia, entre outros. A aplicação da vacina é contraindicada nos casos de crianças com histórico de doença gastrointestinal crônica ou má formação congênita do trato gastrointestinal e com imunodeficiências.

Tetra Viral

A vacina é uma combinação de vírus vivos contra o sarampo, a caxumba, a rubéola e a varicela (catapora), apresentando componentes altamente imunogênicos. Crianças a partir de 1 ano já podem tomar a vacina. Quem não pode se vacinar com a tetra viral? Quem teve alguma reação anafilática a ovo de galinha, quem passou pela administração de imunoglobulina humana normal (gamaglobulina), sangue total ou plasma nos três meses anteriores, crianças com neoplasias malígnas e sob efeito de corticosteróides, imunossupressores e/ou radioterapia, apenas três meses da suspensão da terapêutica. A vacinação deve ser adiada quando o paciente tiver febre grave. Alguns pequenos inconvenientes podem ser causados com a aplicação da vacina: febre e erupção na pele entre 10 e 15 dias depois da dose.

Tríplice Viral

É uma combinação de vírus vivos atenuados que previne contra sarampo, caxumba e rubéola.  A recomendação é que se imunize crianças a partir de 1 ano de idade ou então adolescentes e adultos. Mas, atenção: quem estiver grávida não pode ser imunizada. Ou então quem já teve reações anafiláticas depois de ingerir ovo de galinha, quem teve administração de imunoglobulina humana normal (gamaglobulina), sangue total ou plasma nos três meses anteriores à aplicação da dose, além de evitar aplicar em pessoas imunodeprimidas. Entre o quinto e o décimo dia depois da imunização podem ocorrer pequenas erupções de pele ou febre.

Varicela

A famosa e temida catapora é uma das doenças mais comuns e mais contagiosas da infância. Por isso, a indicação da vacina é para se tomar já a partir de 1 ano de idade. A imunização pode ser feita também em adultos que não tiveram a doença. Mas, é preciso evitar a imunização em pessoas que tiveram anafilaxia causada pelos componentes da vacina em doses anteriores, em gestantes e em pessoas com deficiência do sistema imunológico.

Deve evitar tomar a vacina quem tem imunodeficiência adquirida (AIDS) ou congênita, quem faz uso de corticoides, quem passou por uma recente transfusão de sangue, plasma ou gamaglobulina hiperimune (nesse caso, a vacinação deve ser adiada por três meses) ou por discrasias sanguíneas (leucemias, linfomas, neoplasias malignas de medula óssea ou do sistema linfático).

Algumas reações adversas podem vir a ocorrer, sendo mais intensas e não necessariamente graves em imunodeprimidos. Dor, vermelhidão e vesículas perto do local da aplicação são os mais comuns, mas outros fatores podem aparecer, como exantema pelo corpo semelhante às lesões causadas pela doença. Algumas crianças, inclusive, podem até desenvolver a doença, mesmo depois de terem tomado a vacina. Mas, a incidência será bem mais leve.